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Século Diário
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Força-tarefa discute rumos do caso Marcelo Denadai
Gustavo Feu
A Força-Tarefa, que reúne polícias Civil e Federal e ministérios públicos Estadual e Federal, está reunida na tarde desta sexta-feira (10) para discutir as linhas de investigação do caso Marcelo Denadai. O advogado foi assassinado a tiros, em 15 de abril, quando voltava para sua casa, na Praia da Costa, em Vila Velha.
A Polícia Federal (PF) não está deixando escapar qualquer informação que possa comprometer suas investigações referentes ao assassinato do advogado Marcelo Denadai. O órgão foi solicitado na última semana pelo Ministro da Justiça para participar de uma força-tarefa, composta por todos os setores responsáveis pela segurança pública, que deverá resolver os crimes que o caso envolve.
Durante a manhã desta sexta-feira (10), o assessor de imprensa da PF, Hélio Perin, deixou claro a www.seculodiario.com.br, que a delegada coordenadora do caso, Rita de Cássia, solicita sigilo total ao caso. " A Polícia Federal irá tratar todo o caso em caráter reservado. Assim, não passaremos as ações adotadas. Somente os resultados".
Interrogado a respeito da possível identidade da mulher que se fazia passar por Ercília Rangel, testa-de-ferro que viabilizava transações irregulares em benefício de Henry Wyatt, o assessor simplesmente despistou e disse não saber qualquer detalhe.
O emprego do nome de Ercília Rangel ainda é uma condição obscura para a elucidação do caso. Sabe-se que ela mora na região metropolitana de Vitória, trabalha como faxineira e sua identidade foi utilizada ilegalmente. Porém, nada foi esclarecido sobre quem cometeu o falseamento na transação do triplex do ed. Alice Neffa, em Vila Velha. Fora os outros fatos em que o nome da faxineira foi incluído.
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