|
Ú L T I M A S N O T Í C I A S - (11/06 - 18h15)
Comerciante que esteve com Denadai deve ser convocado
Gustavo Freitas
A Corregedoria de Polícia Civil deve convocar nos próximos dias o comerciante de prenome Sival, que esteve com o advogado assassinado, Joaquim Marcelo Denadai, horas antes do crime acontecer. Na manhã desta quarta-feira (12), o vigia do edifício Ricamar, que estava de serviço no dia 15 de abril, vai prestar depoimento.
A secretária de Denadai, Flávia de Jesus Littig, de 24 anos, foi ouvida no último dia 4. Ela afirmou que no dia 15 de abril, ao limpar o escritório, como fazia freqüentemente, não percebeu a tampa solta do computador. "Denadai não chegava a abrir seu computador", afirmou a secretária.
Ela só veio saber da morte do advogado na manhã do dia 16 de abril, quando chegou para trabalhar, na portaria do edifício Ricamar. Segundo seu depoimento, ela saía às 18 horas regularmente, e ficava com a chave do escritório de Denadai.
Flávia declarou à Corregedoria que atendeu, no dia 15 de abril, por volta das 17 horas, um homem de prenome Sival. Ele ia com freqüência conversar com Marcelo Denadai. Sival, que é de cor clara e tem cerca de 60 anos, chegou a comentar com a secretária que queria montar uma padaria, querendo saber se o advogado conhecia um fornecedor de trigo. Ainda de acordo com a secretária, por volta das 17h30 ela saiu, deixando Denadai e Sival a sós.
E ainda, segundo Flávia, Sival é ex-proprietário de uma padaria localizada na Ilha de Santa Maria, que, depois, mntou uma padaria maior. Segundo Maria Aparecida Denadai, Marcelo Denadai viajou cedo na segunda-feira (15) para o norte do Estado, a serviço, indo aparecer em seu escritório por volta das 16h30.
Mais de 10 pessoas são relacionadas na investigação da Corregedoria de Polícia Civil para apurar o sumiço do HD do computador do advogado Marcelo Denadai. Já foram ouvidos o delegado do DHPP, Sérgio Mello e seu escrevente, os dois peritos que fizeram a perícia no escritório do advogado, os três policiais da equipe Bravo da PC, que presenciaram a ausência dos arquivos no computador, a secretária de Denadai, a irmã do advogado, os dois porteiros do edifício Ricamar e mais este de prenome Sival.
|
 |
|