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Século Diário
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Caso Denadai volta ao zero:
missão admite que seguiu pistas erradas
| Diana Fernandes |
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| Caetano disse que alguém induziu a polícia ao erro para atrapalhar as investigações
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Michelle Rocha
O inquérito do assassinato do advogado Joaquim Marcelo Denadai, morto no dia 15 de abril numa emboscada na Praia da Costa em Vila Velha, que seria concluído no próximo dia 15, não será mais. Segundo o coordenador da missão especial e superintendente regional da Polícia Federal, o delegado Tito Caetano Côrrea, "houve informações desconexas que não renderam os frutos esperados". O delegado disse ainda que a missão seguiu o caminho errado.
"Não tivemos o resultado numa das pistas mais prováveis porque desviaram a nossa atenção. Agora vamos seguir as outras linhas de investigação para chegarmos aos mandantes do crime. Alguém provocou isso, atrapalhando o nosso trabalho", afirmou.
O delgado não entrou em detalhes, mas afirmou que não vai mais fazer previsão sobre a conclusão do inquérito que apura o assassinato do advogado Marcelo Denadai.
O advogado foi assassinado um dia antes de encaminhar para a justiça uma notícia crime denunciando o envolvimento de empresas, algumas administradas por laranjas, envolvidas em fraudes em licitações. A denúncia foi elaborada pelo advogado a pedido do tabelião Henry Delano Wyatt, que em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, envolveu Victor Sarlo Wilken, Victor Sarlo Wilken Júnior e o empresário e colunista Hélio de Oliveira Dórea na morte de Marcelo Denadai e no esquema de desvio de dinheiro público.
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