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Século Diário
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Vitória
A Capital do Estado apresenta construções arquitetônicas de grande valor histórico e cultural, sobretudo no Centro da Cidade.
| Divulgação / PMV |
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| Baía de Vitória |
Baia de Vitória
Uma das primeiras visões dos colonizadores portugueses foi a entrada. Permite uma visualização de boa parte da Ilha e de Vila Velha.
Igreja do Rosário
Construída por escravos, no século XVIII, á igreja é um marco da fé que dividiu a Capital, em um conflito com os fiéis de São Benedito. Depois de tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, foi restaurada em 1994.
| Divulgação / PMV |
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Igreja de
São Gonçalo |
Capela de Santa Luzia
Construída no século XVI por Duarte Lemos, concentrava a vida social e religiosa da colônia no século XVIII. Na década de 40, foi tombada pelo patrimônio histórico e restaurada. Sediou por muitos anos o Museu de Artes Sacras do Espírito Santo, e atualmente, abriga a Galeria de Arte e Pesquisa da Ufes.
Igreja de São Gonçalo
Inaugurada em 1766, abriga a Imagem de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção. Em 1948, foi tombada como monumento histórico nacional com todo o seu acervo. A igreja é a preferida das noivas da capital, sendo conhecida como "a igreja dos enlaces duradouros e felizes".
| Divulgação |
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| Palácio Anchieta |
Escola Maria Ortiz
A escola foi inaugurada com na administração de Jerônimo Monteiro, em 1912, abrigando a Escola Normal Dom Pedro II e a Escola Modelo. Foi edificada num prolongamento do antigo Ateneu provincial, seguindo o modelo eclético.
Palácio Anchieta
Atualmente funcionando como sede do Governo do Estado, o palácio teve a sua construção iniciada em 1551, para abrigar o antigo Colégio e Igreja de São Tiago. Além de obras de arte e arquitetura adaptadas ao início do século XX, o prédio abriga também em seu altar-mor, o túmulo do Padre José de Anchieta.
| Divulgação / PMV |
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| Escadaria Maria Ortiz |
Palácio Domingos Martins
Inaugurado em 1012, foi um elemento importante na transformação do aspecto colonial da cidade. O estilo eclético da arquitetura de André Carlone, modernizou o conceito de construção da época.
Escadaria Maria Ortiz
Está localizada na antiga Ladeira do Pelourinho e dá acesso ao cais antigo. O nome foi dado em 1899, em homenagem à personagem lendária, que liderou a expulsão dos holandeses, em 1625.
| Divulgação / PMV |
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Catedral
Metropolitana |
Arquivo Público Estadual
Construído para a abrigar os arquivos e bibliotecas, foi inaugurado em 1920, por Florentino Avidos. Abriga uma vasta documentação sobre a história e geografia do Estado.
Catedral Metropolitana
Sua construção teve início em 1920, obedecendo ao estilo neogótico, inspirado na catedral alemã de Colônia. A construção demorou cerca de 50 anos para ser concluída. Seus vitrais trazidos da França, são ofertas de famílias aristocráticas da Europa.
| Divulgação / PMV |
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| Teatro Carlos Gomes |
Teatro Carlos Gomes
Construído pelo italiano André Carlone, inspirado no projeto do Teatro Scala de Milão. A arquitetura e afrescos do pintor Homero Massena completam a beleza do lugar.
Planetário
Localizado no Campus da Universidade Federal do Espírito Santo, o planetário de Vitória apresenta uma viagem ao planeta Vênus, além do por-do-sol em Vitória e o céu da cidade à noite.
| Divulgação / PMV |
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| Paneleiras |
Paneleiras
A panela de barro é a expressão máxima do artesanato capixaba. Sua produção já se estende por 400 anos, sendo passada de mãe para filha. O barro é retirado do Vale do Mulembá, depois de moldada a panela, as mulheres utilizam uma tintura, conhecida como tanino, retirada da casca de uma árvore do mangue. A associação das Paneleiras, fica em Goiabeiras, Vitória.
Escadaria São Diogo
Dá acesso à Cidade Alta e marca o local onde foi construído um pequeno forte pelo Governo Geral, desativado no século XIX. Construída em 1942, leva à Rua Erothildes Rozendo, também conhecida como "Ladeira de Pedra".
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