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Gaúcho arretado de cronista
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Kleidir Ramil: ser de fogo. Eminentemente, pia, rodopia, rala na superfície que o afugenta. Assim são as palavras que vão, que se vão, que vêm num assombro de boitatá. Capetaria e angeologia misturadas a uma verve crônica da crônica. Meu Deus. Ele é a crônica que respira feito um chimarrão ambulante, sem recipiente. Anda e espalha cheiro.
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Feminilidade à flor da pele
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Desde a Idade Média, até mesmo antes, pela civilização Etrusca, o rosa tem um significado de feminilidade extrema. Naquela época, e até hoje, usar rosa simbolizava um grau máximo de pureza numa mulher. Acreditava-se que era possível que crianças se transformassem em bruxas, por isso elas usavam a cor rosa a fim de espantar tais influências.
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