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Jairo Maia & Gazeta
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José Roberto Mignone
O Poder da mensagem JRM - FM líder - 12 horas
Após 15 anos de feliz casamento, chega ao divórcio Jairo Maia e a Gazeta AM. Parece que chegou. Ainda tem o mês de fevereiro todo para vermos o desenrolar dos fatos. Como todos sabem, JM não é funcionário, de receber salário da Gazeta. Tem sim a carteira assinada, mas de modo pró-forme, até então para ele ter uma aposentadoria. O principal elo entre os dois é a porcentagem estipulada em contrato a favor de JM. E esta margem advém, logicamente, dos comerciais de peso conseguidos pelo apresentador, dados ao seu prestígio em nível nacional, o que leva sempre a ter uma inveja dos diretores que passam por aquele órgão, já que ele tem mais nome e prestígio dos que todos que já passaram por lá.
E foi neste ponto que as coisas começaram a "pegar" há muito tempo atrás. Valores de contrato, falta de diálogo, canal livre com o comercial, etc. No campo artístico tudo ia bem, sempre foi, pois Jairo tem carisma e sabe levar o programa, mesmo se houver falhas de produção ou mesmo de supervisão. Desde da saída de Aurelice Aguiar do comando das rádios, JM vem reclamando muito de falta de apoio e agora, segundo ele, foi a gota d'água. Mas, voltando atrás no tempo, sabemos que JM começou em Cachoeiro na ZYL-9, depois veio para a Rádio ES, em seguida Rádio Capixaba - que teve a nefasta experiência de comprá-la e se arrepender - novamente Rádio ES e depois Gazeta AM.
JM sempre quis ter uma FM, ou mesmo fazer seu programa em uma. Teve oportunidade de consegui-las quando o Ceolin passou as rádios do grupo para Paulo Gava e este para a Gazeta. JM estava antes do fato e por pouco teria pego a atual Litoral FM. Depois quase adquiriu a atual concessão de Vila Velha em FM, nas mãos do empresário Paulo Gava. Certa ocasião quase que JM faz seu programa na Litoral com a Gazeta AM em "cadeia". Foi uma idéia que a Gazeta não acreditou. Era ousada demais para padrões do pensamento mediano de quem tem rádio no Estado.
Na verdade, especula-se que JM ainda não vá pendurar as chuteiras. Seu sonho de fazer o programa numa FM ainda vai se concretizar. Para tanto, ele conversa com o Padre Ballestreros da FM Líder de Cariacica - que hoje tem grande audiência na Grande Vitória - dialoga com a Universitária FM, que não faz o seu perfil. Pode ser que a Cúria Diocesana pegue de volta a FM que está com a UVV e convide JM, o que seria uma boa. Na verdade, aí está Jairo Maia procurando uma FM. Assim que isto acontecer, assim que for ao ar o primeiro programa em freqüência modulada, uma página da história do rádio capixaba será virada, já que continua na mesma página há uns 20 anos.
E pode ser que nada disso aconteça e JM continue nas hostes da Gazeta. Basta Café Lindemberg fazer uma reunião de acertos gerais, que por certo, irá mexer em muita gente lá dentro para JM poder continuar. Será?
Parabólicas
Hoje nossas parabólicas abrangem de tudo um pouco, como por exemplo:
Contam a boca miúda que o líder do Chiclete com Banana - a proposto você já experimentou? - o Bell Marques nunca tira aquela bandana da cabeça por que é careca.
Quando lançada, a revista VOCÊ S/A era boa leitura segmentada. Depois ficou enjoada de se ler e caiu um pouco. Mas agora, parece, retornou às origens.
O povo brasileiro mostrou sua mediocridade ao tirar da casa do BBB a única pessoa autêntica ali aparecida, e tem mais: Depois que Tatiana saiu o programa ficou chato. Vai ser duro aturá-lo durante 3 meses.
Ridícula a propaganda da Nova Schin, onde todos levantam os braços, como estivessem sidos rendidos num assalto. A agência que fez esta peça rara (essa é) devia vir a público explicar aquilo.
Três coisas sérias em nível de Brasil: A viagem de Lula no Sucatão, Zulú líder no BBB, e a pífia campanha da Pré-Olimpica. Agora á nível de Estado: A recepção ao cientista da Nasa, o caderno especial Paulo Hartung e a escolha do Rei Momo.
E a bancada do ES foi uma das poucas no Brasil inteiro que não devolveu a grana da convocação extra. Ta lá no jornal de sexta. Iriny Lopez, do PT, recebeu e disse que ia aproveitar o momento para protestar, mas que recebeu, recebeu. Gazeta, edição de 23/01, pagina dois.
Mensagem Final
"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa se apoiar e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas". Anônimo
e-mails: jrmignone@hotmail.com
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