Ginástica Ritmica Desportiva é o nome do esporte
em que as meninas capi-xabas também estão brilhando.
Duas delas, inclusive, fazem parte da Seleção Brasileira
Permanente da modalidade: Ana Paula Norbin Pádua Ribeiro
e Tayanne Coelho Mantovanelli
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Pratos deliciosos, criação exclusiva do chef Juarez Henrique Campos, o bom-humor em pessoa. É o que os clientes encontram no Oriundi, restaurante fundado e dirigido por ele em Santa Lúcia. Juarez vem de família histori-camente ligada à melhor culinária
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É dia de anjinhos subirem o Convento da Penha: 8 de abril. E lá estavam aqueles que Adilson Vilaça chama de “uns anjinhos velhos”, os congueiros, que agora têm liberado seu caminho para a fé na padroeira do Espírito Santo e fazem soar seus tambores na ladeira Html
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São sonhos construídos de pedra por imigrantes italianos que aqui aportaram em fins do século XIX. Foi para preencher o vazio de suas novas vidas que eles trabalharam na construção de igrejas, de construção sólida, ao contrário da simplicidade de suas moradias
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Somos modestos, somos confusos: somos capixabas.
Um povo que usa a imaginação para buscar a própria
identidade. Que escreve sobre ela e reúne os escritos
numa coleção que é um autêntico exercício do imaginário,
um diário de bordo com muitos tripulantes
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Chef Oswaldo Oleari – especialista da costela no bafo – diversifica seu cardápio e apresenta pratos variados tirados da mídia nossa de cada dia. Uma estréia auspiciosa de SÉCULO nesta sua caminhada para o terceiro ano de vida
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Duas mulheres
e um macaco
Como faz habitualmente, a repórter Fernanda Couzemenco ligou para dizer que já estava com todo o material em mãos para escrever seu texto. Buscava ela orientação sobre como deveria conduzir a matéria de capa desta edição. “Estou chegando da viagem”, ela informou, referindo-se à longa conversa que tivera, pouco antes, com a bióloga Penha Emerick, consultora de Meio Ambiente de SÉCULO.
Fernanda vinha de outra viagem, esta, na companhia do editor de Fotografia Guinaldo Nicolaevsky, destinada ao trabalho de campo (pesquisas, entrevistas e fotos) nas cidades de Santa Maria de Jetibá e de Santa Teresa. Agora, de posse de todo o suporte técnico fornecido pelos entrevistados e pela consultora, ela exultava ante a perspectiva de transformar na principal matéria da revista uma pauta que, singela à primeira leitura, mostrou-se profunda o suficiente para despertar esforços e sentimentos imprescindíveis a um trabalho jornalístico de qualidade. A pauta teve por base o Projeto Muriqui, com o qual o Espírito Santo passa a se empenhar, efetivamente, no esforço objetivando salvar da extinção uma das mais raras espécies de primatas do planeta.
Voltemos aos bastidores da pauta. Enquanto Fernanda partia para a etapa final de seu trabalho, Penha tratava de ordenar os dados que considerava relevantes para dar aos leitores, através de textos objetivos e concisos (boxes), a exata dimensão da luta em que as duas haviam se engajado. E foi assim que o trabalho evoluiu e se consolidou em 12 páginas da presente edição.
Costuma-se dizer por aqui que SÉCULO, mais que um posto de observação, é uma trincheira de lutas. Essa parceria entre uma repórter e uma bióloga, juntando-se a outros profissionais e cidadãos das comunidades pesquisadas na defesa do charmoso e ameaçadíssimo muriqui, vem comprovar a tese. E inegavelmente reforça nossa convicção de que o metafórico (e saudável) triângulo amoroso Fernanda-Penha-Muriqui tem futuro garantido. A ele, com certeza, voltaremos muito em breve.
Até a próxima viagem, portanto.
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